terça-feira, 21 de dezembro de 2010


Aonde estiver, espero que esteja feliz, encontre o seu caminho. Guarde o que foi bom e jogue fora o que restou . Tem horas que não dá pra esconder no olhar como as coisas mudam e ficam pra trás. O que era bom hoje não faz mais sentindo, é . Uma hora isso ia acontecer, a vida cobra e a gente tem que crescer. Me pergunto se você pensa em mim como eu penso em você. Aonde estiver, espero que esteja feliz, encontre o seu caminho. Guarde o que foi bom e jogue fora o que restou. Pois acredito nos meus sonhos, eu acredito na minha vida. E no meio dessa guerra nenhum de nós pode ganhar. Sonhar e não desistir, cair e ficar de pé. Dar valor depois que passou é duvidar da sua fé. Eu vejo a vida, tem vários caminhos, e entre eles o destino improvisa. Nos pequenos detalhes da vida a resposta está escondida.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Meu dia-dia é mais tranquilo até o momento em que minha cabeça me leva até você.
Minha cabeça me trai, o coração aperta, a atenção esvanece o frio na barriga...
Com tantos sintomas, a saudade até parece doença, mas sei que a cura é a sua presença.

sábado, 11 de dezembro de 2010






Apesar de alguns contos e da chuva no caminho, ao seu lado sei que é o meu destino. Apesar do vento forte, apesar dos naufrágios, ao teu lado sei que estou a salvo. Com vocë sou invencivel, não conheço o impossível. Se me perco, te encontro aqui. Apesar da tempestade que golpeia nosso barco, ao teu lado sempre estou calma. Apesar do dificil, apesar dos tropeços, ao teu lado nada me dá medo.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Capítulo 02

Página 4

Acordei. Abri meus olhos, aturtida.
Meu cabelo esvoaçava muito.
Olhei ao meu redor boquiaberta. Estava sentada entre centenas, talvez, milhares de girassóis. Usava meu vestido favorito, presente do Thomas.
Sorri timidamente ao perceber que ele estava ao meu lado. Seus olhos eram cautelosos.
Senti seus braços me envolverem de forma calorosa, da forma como eu mais gosto. Ele se levantou e usou os braços para fazer de apoio.
Minha pressão estava baixa , me senti zonza.
Talvez seja melhor dormir um pouco (...) Me deitei, exausta.
(...)
(...)

Página 5

Abri meus olhos devagar. Devagar o bastante para me acostumar com o breu ambiente.
Meus braços estavam debruçados em um pequeno apoio, verde e neutro.
O espaço á minha volta era extremamente...amplo.
Caminhei, tentando identificar aonde estaria.
Usava um vestido azul claro, tomara-que-caia com aroma do tipo lavanda, ou algo do tipo.
Além de ventar bastante, lá fora estava garoando.
O céu estava laranja, e não havia mais tanta luminosidade.
Várias pessoas que eu conheço começaram á entrar e sentar-se nos bancos .
Mamãe entrou também. Sua aparência não estava boa. Possuía olheiras profundas superiormente e posteriormente aos seus olhos. Com um vestido preto, demorou á se sentar. Estava chorando nos ombros de um homem de terno.
Me aproximei, sentei ao lado de minha mãe, devagar, de forma cautelosa.
'' Mamãe, o que aconteceu? '' - Sussurrei, tentando ser discreta.
O homem ao seu lado se inclinou de certa forma que pude examinar seu rosto.
'' Papai? '' - Murmurei, confusa.
Oque ele está fazendo aqui?
Ambos estavam me ignorando, permaneci esperando.