Forever can never be long enough for me
Feel like i've had a long enough with you
Forget the world now we won´t let them see
But there´s one left to do
Now that the weight has lifed
Love has surely shifted my way
Marry Me
Today and every day
Marry Me
If I ever get the never to say
Hello in this café
Say you will
Say you will
Together can never be close enough for me
Feel like I am close enough to you
You wear white and I'll wear out the worlds I love you
And You're beautiful
Now that the wait is over
And love has finally shown her my way
Marry Me
Today and every day
Marry Me
If I get the nerve to say hello in café
Say you will
Hm-mm
Say you will
Promise me
You'll always be
Happy by my side
I promise to
Sing to you
When all the music dies
And Marry Me
Today and every day
Marry Me
If I ever get the nerve to say hello in this café
Say you will
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Há momentos em que nos sentimos sós, profundamente sós, no meio da multidão...nesses momentos não espere, não exija nada de ninguém. Só você não pode se abandonar. Augusto Cury.
Resolvi postar aqui uma das músicas que mais ouço ultimamente, me dá uma paz . .
Pra que mentir?
Fingir que perdoou
Tentar ficar amigos..sem rancor
A emoção acabou
Que coincidência é o amor
A nossa música nunca mais tocou
Pra que usar de tanta educação
Pra destilar terceiras intenções
Desperdiçando o meu mel
Devagarinho, flor em flor
Entre os meus inimigos, beija-flor
Eu protegi teu nome por amor
Em um codinome, beija-flor
Não responda nunca, meu amor! ( nunca)
Pra qualquer um na rua, beija-flor
Que só eu que podia
Dentro da tua orelha fria
Dizer segredos de liquidificador
Agenor de Miranda Araújo Neto (Cazuza)
Resolvi postar aqui uma das músicas que mais ouço ultimamente, me dá uma paz . .
Pra que mentir?
Fingir que perdoou
Tentar ficar amigos..sem rancor
A emoção acabou
Que coincidência é o amor
A nossa música nunca mais tocou
Pra que usar de tanta educação
Pra destilar terceiras intenções
Desperdiçando o meu mel
Devagarinho, flor em flor
Entre os meus inimigos, beija-flor
Eu protegi teu nome por amor
Em um codinome, beija-flor
Não responda nunca, meu amor! ( nunca)
Pra qualquer um na rua, beija-flor
Que só eu que podia
Dentro da tua orelha fria
Dizer segredos de liquidificador
Agenor de Miranda Araújo Neto (Cazuza)
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Capítulo 03
Página 06
Me virei por impulso.
Thomas adentrava o salão carregando uma caixa esmaltada, porte médio. Provavelmente estava pesada, pois ele recebia ajuda de mais três homens. Meu irmão, meu padrinho e meu melhor amigo.
Achei tudo aquilo muito...estranho.
Todos estavam de terno, com o cabelo penteado de lado. Muito formal.. Não combinavam com eles, principalmente com meu irmão.
'' Thomas!'' sibilei, esperando que ele viesse me abraçar.
Imediatamente seus olhos percorreram o salão, com uma anciosidade que me...assustou.
Será que até ele está me ignorando?
Seu olhar era vago, com os olhos fixos no chão.
Resolvi chegar mais perto.
'' Bebê?'' sussurrei, o mais doce que pude.
Ele começou á chorar silenciosamente mantendo os olhos fixos naquela caixa.
'' Thomas'' sibilei, assustada. '' Há alguém lá dentro?'' minha voz saiu horrorizada.
Analisei aquele rosto. Era bem familiar. . Feminino. A pele estava inchada, traços delicados . .
Um caixão?
(...)
Eu?
'' Thomas? Thomas, o que está acontecento, Thomas? '' solucei, minha voz falhou. Engoli em seco.
Andei freneticamente pelo salão.
Meus olhos transbordavam.
Página 07
Tudo ficou falhando . . Das pessoas ao som descontrolado de minha respiração. Os dedos de Thomas deslizavam sobre o '' meu rosto '' morto.
(...)
(...)
As estrelas possuíam uma profundidade diferente. Linda.
Me virei para olhar Thomas, deitado ao meu lado. Nem conseguia ouvir o que ele dizia, aos risos, todo empolgadinho. Me concentrava nos seus olhos. Meu bebê
Absorvia cada movimento de sua boca e a forma como ele desviava os olhos.
Que tortura . .
Até que não suportei mais e , apoiando-me encima dele, comecei á mordê-lo, aos risos.
Senti sua mão quente me beliscando.
Soprou aquele sorriso lindo e me beijou rápido.
Assustei-me, não sei dizer o motivo.
Arregalei meus olhos, minha visão estava falha.
(...)
(...)
Página 08
Acordei com frio. Abri meus olhos grudados, tirando minusculas nascas de meus cílios.
Me inclinei para que pudesse analisar aonde estava.
Usava gorros, luvas delicadíssimas e muitos agasalhos.
Tudo ao meu redor era branco, puro. Neve?
Levantei atordoada. Thomas vinha em minha direção com um sorriso dengoso, ajeitando seu gorro com cuidado.
Desviei os olhos.
'' Aonde estamos?" sussurrei com doçura. Estremeci com seu abraço de urso.
'' Hm, Everest ?'' respondeu, confuso com a pergunta.
Poderia enchê-lo de perguntas. Mas aproveitar o momento parecia ser mais justo.
Thomas me pegou no colo.
Nos sentamos em um rochedo próximo á nossa barraca.
Permanecemos em silêncio, abraçados, sentindo um ao outro, admirando o gramado distante, muito distante, no final do horizonte.
Senti uma pontada dolorida em meu coração.
Fechei meus olhos, com dor.
'' Por que você fez isso? '' Voz de Thomas.
Hm? Minha consciência?
Fixei meu pensamento naquela voz, fechei os olhos.
Vi flashes do rosto de Thomas. Sentado em um canto. . de seu quarto. Encolhido. Cabeça apoiada em seus joelhos. As luzes estavam apagadas e o barulho de sua respiração estava alto.
Engoli em seco. Como ele estava...lindo.
Página 06
Me virei por impulso.
Thomas adentrava o salão carregando uma caixa esmaltada, porte médio. Provavelmente estava pesada, pois ele recebia ajuda de mais três homens. Meu irmão, meu padrinho e meu melhor amigo.
Achei tudo aquilo muito...estranho.
Todos estavam de terno, com o cabelo penteado de lado. Muito formal.. Não combinavam com eles, principalmente com meu irmão.
'' Thomas!'' sibilei, esperando que ele viesse me abraçar.
Imediatamente seus olhos percorreram o salão, com uma anciosidade que me...assustou.
Será que até ele está me ignorando?
Seu olhar era vago, com os olhos fixos no chão.
Resolvi chegar mais perto.
'' Bebê?'' sussurrei, o mais doce que pude.
Ele começou á chorar silenciosamente mantendo os olhos fixos naquela caixa.
'' Thomas'' sibilei, assustada. '' Há alguém lá dentro?'' minha voz saiu horrorizada.
Analisei aquele rosto. Era bem familiar. . Feminino. A pele estava inchada, traços delicados . .
Um caixão?
(...)
Eu?
'' Thomas? Thomas, o que está acontecento, Thomas? '' solucei, minha voz falhou. Engoli em seco.
Andei freneticamente pelo salão.
Meus olhos transbordavam.
Página 07
Tudo ficou falhando . . Das pessoas ao som descontrolado de minha respiração. Os dedos de Thomas deslizavam sobre o '' meu rosto '' morto.
(...)
(...)
As estrelas possuíam uma profundidade diferente. Linda.
Me virei para olhar Thomas, deitado ao meu lado. Nem conseguia ouvir o que ele dizia, aos risos, todo empolgadinho. Me concentrava nos seus olhos. Meu bebê
Absorvia cada movimento de sua boca e a forma como ele desviava os olhos.
Que tortura . .
Até que não suportei mais e , apoiando-me encima dele, comecei á mordê-lo, aos risos.
Senti sua mão quente me beliscando.
Soprou aquele sorriso lindo e me beijou rápido.
Assustei-me, não sei dizer o motivo.
Arregalei meus olhos, minha visão estava falha.
(...)
(...)
Página 08
Acordei com frio. Abri meus olhos grudados, tirando minusculas nascas de meus cílios.
Me inclinei para que pudesse analisar aonde estava.
Usava gorros, luvas delicadíssimas e muitos agasalhos.
Tudo ao meu redor era branco, puro. Neve?
Levantei atordoada. Thomas vinha em minha direção com um sorriso dengoso, ajeitando seu gorro com cuidado.
Desviei os olhos.
'' Aonde estamos?" sussurrei com doçura. Estremeci com seu abraço de urso.
'' Hm, Everest ?'' respondeu, confuso com a pergunta.
Poderia enchê-lo de perguntas. Mas aproveitar o momento parecia ser mais justo.
Thomas me pegou no colo.
Nos sentamos em um rochedo próximo á nossa barraca.
Permanecemos em silêncio, abraçados, sentindo um ao outro, admirando o gramado distante, muito distante, no final do horizonte.
Senti uma pontada dolorida em meu coração.
Fechei meus olhos, com dor.
'' Por que você fez isso? '' Voz de Thomas.
Hm? Minha consciência?
Fixei meu pensamento naquela voz, fechei os olhos.
Vi flashes do rosto de Thomas. Sentado em um canto. . de seu quarto. Encolhido. Cabeça apoiada em seus joelhos. As luzes estavam apagadas e o barulho de sua respiração estava alto.
Engoli em seco. Como ele estava...lindo.
Nossa força cresce de nossa fraqueza
As pessoas mais especiais que conhecemos, que mais confiamos, que mais nos completam nos magoam, ás vezes,tão bruscamente. Prefiria ser magoada por alguém que não gosto. Seria mais digno ser pelo menos um pouco humilde, ter um pouco de humildade com as palavras, com a forma de enfiar uma navalha em meu coração. É simples. Você não é obrigado á gostar de ninguém, mas respeitar é essencial. Jogue meus defeitos em minha cara, imponha sua opinião sobre mim, tire suas conclusões sobre meu comportamento, mas seja digno quando o fizer. Engulo meu orgulho e ignoro tudo isso, mas , sinceramente, sinto pena de ignorância, pior ainda quando me julgo inocente.
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Aonde estiver, espero que esteja feliz, encontre o seu caminho. Guarde o que foi bom e jogue fora o que restou . Tem horas que não dá pra esconder no olhar como as coisas mudam e ficam pra trás. O que era bom hoje não faz mais sentindo, é . Uma hora isso ia acontecer, a vida cobra e a gente tem que crescer. Me pergunto se você pensa em mim como eu penso em você. Aonde estiver, espero que esteja feliz, encontre o seu caminho. Guarde o que foi bom e jogue fora o que restou. Pois acredito nos meus sonhos, eu acredito na minha vida. E no meio dessa guerra nenhum de nós pode ganhar. Sonhar e não desistir, cair e ficar de pé. Dar valor depois que passou é duvidar da sua fé. Eu vejo a vida, tem vários caminhos, e entre eles o destino improvisa. Nos pequenos detalhes da vida a resposta está escondida.
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
sábado, 11 de dezembro de 2010

Apesar de alguns contos e da chuva no caminho, ao seu lado sei que é o meu destino. Apesar do vento forte, apesar dos naufrágios, ao teu lado sei que estou a salvo. Com vocë sou invencivel, não conheço o impossível. Se me perco, te encontro aqui. Apesar da tempestade que golpeia nosso barco, ao teu lado sempre estou calma. Apesar do dificil, apesar dos tropeços, ao teu lado nada me dá medo.
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Capítulo 02
Página 4
Acordei. Abri meus olhos, aturtida.
Meu cabelo esvoaçava muito.
Olhei ao meu redor boquiaberta. Estava sentada entre centenas, talvez, milhares de girassóis. Usava meu vestido favorito, presente do Thomas.
Sorri timidamente ao perceber que ele estava ao meu lado. Seus olhos eram cautelosos.
Senti seus braços me envolverem de forma calorosa, da forma como eu mais gosto. Ele se levantou e usou os braços para fazer de apoio.
Minha pressão estava baixa , me senti zonza.
Talvez seja melhor dormir um pouco (...) Me deitei, exausta.
(...)
(...)
Página 5
Abri meus olhos devagar. Devagar o bastante para me acostumar com o breu ambiente.
Meus braços estavam debruçados em um pequeno apoio, verde e neutro.
O espaço á minha volta era extremamente...amplo.
Caminhei, tentando identificar aonde estaria.
Usava um vestido azul claro, tomara-que-caia com aroma do tipo lavanda, ou algo do tipo.
Além de ventar bastante, lá fora estava garoando.
O céu estava laranja, e não havia mais tanta luminosidade.
Várias pessoas que eu conheço começaram á entrar e sentar-se nos bancos .
Mamãe entrou também. Sua aparência não estava boa. Possuía olheiras profundas superiormente e posteriormente aos seus olhos. Com um vestido preto, demorou á se sentar. Estava chorando nos ombros de um homem de terno.
Me aproximei, sentei ao lado de minha mãe, devagar, de forma cautelosa.
'' Mamãe, o que aconteceu? '' - Sussurrei, tentando ser discreta.
O homem ao seu lado se inclinou de certa forma que pude examinar seu rosto.
'' Papai? '' - Murmurei, confusa.
Oque ele está fazendo aqui?
Ambos estavam me ignorando, permaneci esperando.
Página 4
Acordei. Abri meus olhos, aturtida.
Meu cabelo esvoaçava muito.
Olhei ao meu redor boquiaberta. Estava sentada entre centenas, talvez, milhares de girassóis. Usava meu vestido favorito, presente do Thomas.
Sorri timidamente ao perceber que ele estava ao meu lado. Seus olhos eram cautelosos.
Senti seus braços me envolverem de forma calorosa, da forma como eu mais gosto. Ele se levantou e usou os braços para fazer de apoio.
Minha pressão estava baixa , me senti zonza.
Talvez seja melhor dormir um pouco (...) Me deitei, exausta.
(...)
(...)
Página 5
Abri meus olhos devagar. Devagar o bastante para me acostumar com o breu ambiente.
Meus braços estavam debruçados em um pequeno apoio, verde e neutro.
O espaço á minha volta era extremamente...amplo.
Caminhei, tentando identificar aonde estaria.
Usava um vestido azul claro, tomara-que-caia com aroma do tipo lavanda, ou algo do tipo.
Além de ventar bastante, lá fora estava garoando.
O céu estava laranja, e não havia mais tanta luminosidade.
Várias pessoas que eu conheço começaram á entrar e sentar-se nos bancos .
Mamãe entrou também. Sua aparência não estava boa. Possuía olheiras profundas superiormente e posteriormente aos seus olhos. Com um vestido preto, demorou á se sentar. Estava chorando nos ombros de um homem de terno.
Me aproximei, sentei ao lado de minha mãe, devagar, de forma cautelosa.
'' Mamãe, o que aconteceu? '' - Sussurrei, tentando ser discreta.
O homem ao seu lado se inclinou de certa forma que pude examinar seu rosto.
'' Papai? '' - Murmurei, confusa.
Oque ele está fazendo aqui?
Ambos estavam me ignorando, permaneci esperando.
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