sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Soja (Soldiers of Jah Army) - Rasta Courage
Tente lembrar agora do que foi feito . Escravidão, deslocamento de cada nação . E agora para uma nação, todos guardam rancor . Exemplos me fazem querer saber de que lado eu estou . Eu não defendo os brancos, eu não defendo os negros. Defendo a verdade e direitos de todos . Eu influencio nos lugares que estou . Defendo minha posição e nunca me desvio pro caminho errado. Não desistirei da minha fé . Eu me esforçarei até o fim dos meus dias. Ir contra a sociedade ! Eu nunca deixo de dar boas vibrações . Eu nunca desisto da verdade. Nunca vendi minha saúde para viver como todos na Babilônia . Vaidade nunca levará esse homem há loucuras . Esse homem andará ao lado de Jah novamente . Nós vemos toda pressão para adaptar-se, hoje . E eu talvez, às vezes me curvo . Mas não dou brecha (...)
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Soneto de Fidelidade
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Continuação do Capítulo 03
Continuação da Página 08
'' Você pode me.. ouvir? '' Mentalizei, com força.
Thomas olhou perplexamente ' à seu redor. Se levantou, lavou seu rosto na pia de mármore de sua suíte e ficou observando seu reflexo no espelho.
Abri meus olhos. Caramba, eu estava em seu quarto.
Me aproximei dele devagar. Deslizei minha mão esquerda pelo seu braço.
Sua pele arrepiou-se.
'' Você..está..aqui?'' Sussurrou pausadamente, confuso.
'' Sim '' Minha voz falhou. '' Você pode..me...ver?'' Gaguejei.
Thomas se virou em minha direção. Seu olhar era vago. Provavelmente, não havia me visto.
'' Não..Mas eu posso sentir você. Sinto você aqui. '' Ele engoliu em seco.
'' Você pode me sentir? '' Acariciei seu rosto. Ele fechou os olhos.
'' Um pouco . . '' Thomas suspirou. '' Não sabia que eu era médium . . '' Sussurrou.
'' Senti sua falta . . '' Sibilei, anciosa para que ele dissesse o mesmo. Mordi os lábios.
Thomas saiu do banheiro em direção á sua cama. Estava inquieto.
Tenho fetiche pela forma como ele passa a mão na cabeça. É tão sexy quanto o beicinho que ele faz depois que me beija.
'' Você podia ter demonstrado de outra forma...'' Pensou um pouco. '' Me sinto estranho por conversar com você.. Seja lá oque você é agora.. Um fastama, um espiríto? '' Soltou uma gargalhada irônica.
Não gostei. Fiz de tudo para tentar lembrar como havia morrido, mas... nada.
'' Você realmente não podia fazer isso.. ''Sussurrou desanimado, gesticulando. '' Parece que não represento nada pra você. ''
Engoli em seco. Isso não fazia sentido algum para mim
'' Não gosto da idéia de ter que carregar a felicidade de alguém nas minhas costas.Você queria se matar sem pensar em mim? Ok. Sem pensar em nós? Ok. Pensasse na sua familía. Nos teus pais,na tua irmã, nos teus amigos. Você é muito egoísta. '' Respirou fundo.
'' Quanto tempo faz? '' Falei, envergonhada.
'' Quase dois meses.. '' Respondeu. Seco.
Thomas se deitou na cama. Ao lado dela havia uma foto nossa.
'' Você quer que eu.. vá embora? '' Sussurrei, com calma.
Mentalizei seu rosto com urgência, esperando que pudesse ler seus pensamentos. Não consegui.
Thomas se levantou rápido.
'' Eu estou te vendo.. '' Falou, assustado.
Continuação da Página 08
'' Você pode me.. ouvir? '' Mentalizei, com força.
Thomas olhou perplexamente ' à seu redor. Se levantou, lavou seu rosto na pia de mármore de sua suíte e ficou observando seu reflexo no espelho.
Abri meus olhos. Caramba, eu estava em seu quarto.
Me aproximei dele devagar. Deslizei minha mão esquerda pelo seu braço.
Sua pele arrepiou-se.
'' Você..está..aqui?'' Sussurrou pausadamente, confuso.
'' Sim '' Minha voz falhou. '' Você pode..me...ver?'' Gaguejei.
Thomas se virou em minha direção. Seu olhar era vago. Provavelmente, não havia me visto.
'' Não..Mas eu posso sentir você. Sinto você aqui. '' Ele engoliu em seco.
'' Você pode me sentir? '' Acariciei seu rosto. Ele fechou os olhos.
'' Um pouco . . '' Thomas suspirou. '' Não sabia que eu era médium . . '' Sussurrou.
'' Senti sua falta . . '' Sibilei, anciosa para que ele dissesse o mesmo. Mordi os lábios.
Thomas saiu do banheiro em direção á sua cama. Estava inquieto.
Tenho fetiche pela forma como ele passa a mão na cabeça. É tão sexy quanto o beicinho que ele faz depois que me beija.
'' Você podia ter demonstrado de outra forma...'' Pensou um pouco. '' Me sinto estranho por conversar com você.. Seja lá oque você é agora.. Um fastama, um espiríto? '' Soltou uma gargalhada irônica.
Não gostei. Fiz de tudo para tentar lembrar como havia morrido, mas... nada.
'' Você realmente não podia fazer isso.. ''Sussurrou desanimado, gesticulando. '' Parece que não represento nada pra você. ''
Engoli em seco. Isso não fazia sentido algum para mim
'' Não gosto da idéia de ter que carregar a felicidade de alguém nas minhas costas.Você queria se matar sem pensar em mim? Ok. Sem pensar em nós? Ok. Pensasse na sua familía. Nos teus pais,na tua irmã, nos teus amigos. Você é muito egoísta. '' Respirou fundo.
'' Quanto tempo faz? '' Falei, envergonhada.
'' Quase dois meses.. '' Respondeu. Seco.
Thomas se deitou na cama. Ao lado dela havia uma foto nossa.
'' Você quer que eu.. vá embora? '' Sussurrei, com calma.
Mentalizei seu rosto com urgência, esperando que pudesse ler seus pensamentos. Não consegui.
Thomas se levantou rápido.
'' Eu estou te vendo.. '' Falou, assustado.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Pra ser sincero

Pra ser sincero
Não espero de você
Mais do que educação
Beijo sem paixão
Crime sem castigo
Aperto de mãos
Apenas bons amigos
Pra ser sincero
Não espero que você
Minta!
Não se sinta capaz
De enganar
Quem não engana . .
A si mesmo
Pra ser sincero
Não espero que você
Me perdoe
Por ter perdido a calma
Por ter vendido a alma
Ao diabo . .
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